Título
Povo Karajá de Aruanã/GO: território e vida indígena
Assunto/palavras-chave
Cultura | Indígenas Carajá | Indígenas Karajá | Karajá de Aruanã | Território indígena | Vida Indígena
Descrição
Os Karajá, também conhecidos como Povo das águas, têm no Araguaia a base material e imaterial da vida. De acordo com seu mito de origem, é das profundezas das águas do rio Araguaia que toda a vida Karajá teve sua origem, saindo para habitar a parte seca da terra. Este povo, como a maioria dos povos indígenas do Brasil, com a chegada dos colonizadores, teve sua história marcada pelo processo de territorialização, com a desapropriação e/ou dizimação de seus territórios. Conforme dados da Fundação Nacional da Saúde Indígena (FUNASA, 2020), no Brasil, as aldeias Karajá somam 29 no total, com população de aproximadamente 4.000 indígenas, distribuída nos Estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. Os Karajá de Aruanã-GO teve o seu território diminuto devido à implantação da vila Leopoldina, atribuindo a este povo apenas uma fragmentação do seu território e devido ainda ao avanço do agronegócio e, recentemente, do turismo. Com tantas imposições a sua cultura, mesmo as aldeias que estão em conexão com a cidade, elas mantêm suas organizações culturais bem fortes. A presente pesquisa objetiva analisar a fragmentação do território e das relações socioculturais do povo Karajá localizado no município de Aruanã, no Estado de Goiás. Dessa forma, elucida-se a seguinte problemática: Quais as implicações da fragmentação do território e das relações socioculturais do povo Karajá na reprodução de sua vida e de sua cultura? A pesquisa é qualitativa, pautada no procedimento metodológico da observação participante, tendo como componente basilar o trabalho de campo, rodas de conversas e registros de narrativas e imagens.
Contribuidor/colaborador | Orientador
Contribuidor/colaborador | Coorientador
Contribuidor/colaborador | Membro de banca
Lima, Sélvia Carneiro de | Souza, Murilo Mendonça Oliveira de
Data
valor lógico
1 de janeiro de 2021
valor textual (criação)
2021

