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Home Teses, dissertações e outros trabalhos monográficos A fogueira, o cachimbo e a escola: sentidos e significados de escolarização para famílias de uma aldeia Guarani Mbya
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Título

A fogueira, o cachimbo e a escola: sentidos e significados de escolarização para famílias de uma aldeia Guarani Mbya

Autor

BELIEIRO, Fernando Granja

Assunto/palavras-chave

Indígenas - Educação | Indígenas Guarani - Identidade étnica

Descrição

Os processos de escolarização de indígenas brasileiros nas últimas décadas têm despertado o interesse de muitos pesquisadores do campo da educação. Tal interesse se dá substancialmente pela busca de subsídios capazes de fornecer conhecimentos acerca da escola na vida dessa população, a partir da implantação de escolas regulares em aldeias de diversas etnias, uma conquista resultante da ação perseverante do movimento indígena. Fundamentada na teoria histórico-cultural de L.S. Vygotsky, a pesquisa, por meio da abordagem etnográfica e da observação participante, analisou os sentidos e significados atribuídos à escola por famílias e por uma comunidade escolar de uma aldeia Guarani. A análise dos dados revelou que os participantes da pesquisa têm perspectivas variadas quanto aos resultados esperados com a escolarização de crianças e jovens da aldeia, guardando, porém, como significado, que essa é uma das ferramentas de que dispõem para superar as barreiras impostas pela sociedade não indígena, na medida em que possibilita o fortalecimento da identidade indígena e o afastamento dos preconceitos sofridos nas escolas não indígenas, tornando-se uma proteção ao uso constante de sua língua e de seus hábitos culturais. Ao mesmo tempo, a escolarização também se configura junto à comunidade como uma garantia de diplomação que possa assegurar a regularidade no acesso a trabalhos assalariados dentro e fora da aldeia. O sentido dado à escola é que ela seja um caminho de fortalecimento da oralidade na língua materna e na língua nacional, propiciando, dessa forma, que seus argumentos sejam ouvidos e compreendidos. Em suma, para os indígenas, o uso crítico e consciente da cultura do branco é uma via que permite engrandecer e renovar sua própria cultura dentro de uma perspectiva decolonial.

Contribuidor/colaborador | Orientador

MARTINS, Edna

Contribuidor/colaborador | Membro de banca

CARREIRO, Luiz Renato | CARVALHO, João do Prado Ferraz | NOBRE, Domingos Barros

Data

valor lógico

1 de janeiro de 2021

valor textual (criação)

2021

Tipo do recurso

Gênero bibliográfico > dissertação

Formato

páginas

121

Identificador do recurso

https://repositorio.unifesp.br/11600/68150

Idioma

Português (Brasil)

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