Pular para o conteúdo
No results
  • Início
  • Repositório
  • Coleções
  • Colabore
  • Equipe
Biblioteca Virtual Temática do Observatório dos Povos Originários e suas Infâncias
  • Início
  • Repositório
  • Coleções
  • Colabore
  • Equipe
Biblioteca Virtual Temática do Observatório dos Povos Originários e suas Infâncias
Home Teses, dissertações e outros trabalhos monográficos Comunicadoras indígenas e a de(s)colonização das imagens
  • guilhermeComunicadorasIndigenasDescolonizacao
    Baixar

Título

Comunicadoras indígenas e a de(s)colonização das imagens

Autor

GUILHERME, Andrielle Cristina Moura Mendes

Assunto/palavras-chave

Estereótipos (Psicologia social) | Mulheres indígenas - Brasil - Comunicação | Representações sociais

Descrição

A partir de uma mirada descolonial, investigo quais estratégias midiáticocomunicacionais três comunicadoras indígenas brasileiras utilizam para propagar as suas ideias, que imagens elas ativam, e como essas narrativas ajudam a tensionar o imaginário social dominante. Busco, por meio da Catografia (abordagem metodológica elaborada durante a pesquisa de doutoramento inspirada na prática de catadores e coletores negros e indígenas, ribeirinhos e quilombolas), responder como povos que foram destituídos de humanidade e transformados em mercadoria de olhares durante a escravização politizam o olhar para enfrentar as imagens de controle utilizadas para determinar o lugar dos sujeitos racializados na sociedade. A partir de conceitos como concentricidade, círculos comunicacionais, arco comunicacional, reflorestarmentes, de(s)colonização das imagens e imagens de liberdade - elaborados em confluência com os sentidos construídos pelas comunicadoras indígenas Graça Graúna (2012, 2013, 2020), Aline Rochedo Pachamama (2015, 2018, 2021) e Márcia Kambeba (2013, 2020), entre outros autores -, analiso como indivíduos oriundos de grupos sociais colonizados se apropriam das mídias para responder às violações decorrentes do racismo estrutural através da propagação de imagens que visam liberar o nosso olhar da dependência de modelos, enquadramentos e categorias do pensamento moderno colonial (que se supõe universal, por não se racializar). Aponto que, ao reivindicar a liberdade de escolher como querem ser vistos, os sujeitos racializados buscam se autodefinir a partir de um ponto de vista que difere da perspectiva adotada pela hegemonia racial para determinar, simbolicamente, os lugares sociais subalternizados destinados a negros e indígenas. Por meio de suas palavras-flecha, comunicadores indígenas têm buscado atingir diferentes público-alvo na tentativa de desconstruir as imagens racistas e imperialistas propagadas a respeito dos povos originários, retratados pela mídia de massa como indivíduos que devem ser mantidos sob tutela e vigilância do Estado Nacional. Neste exercício, tensionam a visada da racionalidade moderna ocidental, apontando os seus limites e buscando ir além de suas fronteiras a partir da proposição de outras imagens além das disseminadas pelos meios de informação social a serviço dos oligopólios midiáticos.

Contribuidor/colaborador | Orientador

LACERDA, Juciano de Sousa

Contribuidor/colaborador | Membro de banca

GOMES DE LA TORRE, Alberto Efendy Maldonado | RODRIGUES, Denise Carvalho dos Santos | SANT’ANNA, Fernanda Vieira de | VELOSO, Maria do Socorro Furtado

Data

valor lógico

1 de janeiro de 2022

valor textual (criação)

2022

Tipo do recurso

Gênero bibliográfico > tese

Formato

páginas

289

Identificador do recurso

https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/49569

Idioma

Português (Brasil)

Imagem padrão
Item anteriorA presença indígena nos grafites de Belém: entre fraturas e resistências
Próximo item“Ser pataxó: educação e identidade cultural”
Imagem padrão
Copyright © 2026 - WordPress Theme by CreativeThemes