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Home Teses, dissertações e outros trabalhos monográficos Estado nutricional dos indígenas Pataxó de 5 aldeias de Minas Gerais, Brasil
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Título

Estado nutricional dos indígenas Pataxó de 5 aldeias de Minas Gerais, Brasil

Autor

MAZZOTI, Camila Medeiros da Silva

Assunto/palavras-chave

Indígenas da América do Sul - Minas Gerais - Saúde e higiene | Indígenas Pataxó | Indígenas Pataxó - Antropometria | Nutrição - Indígenas

Descrição

No último censo populacional brasileiro, os indivíduos que se autodeclararam indígena foi de 896,9 mil, sendo 305 etnias diferentes. O contexto social desses povos é marcado por situação de vulnerabilidade. Trata-se de um estudo epidemiológico, transversal e descritivo, com o objetivo de avaliar o estado nutricional, o perfil sociodemográfico, econômico, o saneamento básico e a forma de obtenção de alimentos, dos indígenas das 5 aldeias Pataxó em Minas Gerais. A amostra foi constituída de 294 indivíduos, de todas as faixas etárias, dos quais foram coletados dados demográficos, socioeconômicos, de saneamento básico, de obtenção de alimentos e dados antropométricos (peso, altura e circunferência de cintura). As variáveis foram coletadas através de questionário validado para a população indígena brasileira. As medidas antropométricas foram coletadas segundo padrões da Organização Mundial da Saúde, e o estado nutricional foi classificado também segundo a mesma entidade, sendo avaliados 255 indivíduos (87,4% da população). Realizou-se análise descritiva (frequências absolutas e relativas) e bivariada (testes de qui-quadrado e exato de Fisher, teste de t-Student e ANOVA) com nível de significância de 5% (p<0,05). Observou-se que a população é jovem; apesar alto número de famílias recebedoras de benefícios sociais, parte relevante apresentava boas condições de moradia no que se refere ao tipo de material utilizado na construção, acesso à energia elétrica, coleta regular de lixo por prefeituras e o destino dos dejetos eram em fossas sépticas. Grande parte das famílias obtinha seus alimentos, especialmente, via compras de mercados próximos e a partir de produção para consumo familiar (cultivo, criação de animais e pesca). Não se observaram déficits estatural e ponderal na infância e as prevalências de excesso de peso foram: crianças 2,9% (Índice de Massa Corporal/Idade); adolescentes 9,7% (Índice de Massa Corporal/Idade); adultos - 48,1% em homens e 64,3% em mulheres (Índice de Massa Corporal); idosos - 16,7% em homens e 50,0% em mulheres (Índice de Massa Corporal). Altas prevalências de Circunferência de Cintura aumentada foram observadas em os indivíduos adultos e idosos (90,3% nas mulheres e 29,9% nos homens). Revelou-se perfil nutricional favorável na infância e altas prevalências de excesso de peso e de gordura central desde a adolescência. Um perfil sociodemográfico favorável também foi observado, com acesso a serviços como energia elétrica e coleta de lixo, moradias em boas condições, porém, as condições de saneamento básico, principalmente em relação ao tratamento da água ainda precisam melhorias e expansão. Visa-se com esse estudo, subsidiar políticas públicas de saúde e segurança alimentar e ampliar discussões sobre saúde e nutrição indígenas no país.

Editor

Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais

Contribuidor/colaborador | Orientador

PIMENTA, Adriano Marçal

Contribuidor/colaborador | Membro de banca

LANA, Francisco Carlos Félix | LOPES, Aline de Souza | SANTOS, Luana Caroline dos

Data

valor lógico

1 de janeiro de 2015

valor textual (criação)

2015

Tipo do recurso

Gênero bibliográfico > dissertação

Formato

páginas

104

Identificador do recurso

http://hdl.handle.net/1843/ANDO-9VFNS5

Idioma

Português (Brasil)

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